Mulher simbolizando o compromisso com práticas ESG.

7 Passos Para Incorporar Práticas ESG em Seu Negócio e Carreira

Aprenda como implementar práticas de ESG em sua carreira e negócios e faça a diferença que o mundo precisa.

Você já parou para pensar sobre o impacto que seu negócio ou carreira pode ter no mundo? Incorporar práticas de ESG (Environmental, Social, and Governance) é mais do que uma tendência; é uma responsabilidade que todas nós devemos abraçar. Com o aumento da consciência social e climática, mulheres empreendedoras e profissionais têm a oportunidade de liderar essa mudança. Neste artigo, você vai descobrir como aplicar estratégias práticas e acessíveis para contribuir com um futuro sustentável, ao mesmo tempo em que transforma seu ambiente de trabalho e suas práticas de carreira. Esse conhecimento poderá não apenas beneficiar o mundo, mas, também, alavancar sua imagem pessoal ou a da sua empresa.

Entendendo ESG e seu Impacto

Entendendo ESG e seu Impacto

Então, galera, vamos lá! Hoje a gente vai falar sobre ESG, um tema super importante que está revolucionando o mundo dos negócios e das carreiras. Mas, antes de mais nada, vamos entender o que é ESG, ok?

ESG é a sigla para Environmental, Social, and Governance, que em português significa Ambiental, Social e Governança. São critérios usados para avaliar o impacto de uma empresa em questões sociais e ambientais. E, honestamente, isso vai muito além de só uma moda — é uma transformação real.

Por falar em transformação… eloquentemente falando, a gente sabe que as empresas que adotam práticas ESG tendem a ter um desempenho melhor no longo prazo. Isso se deve a diversos fatores, como a redução de riscos ambientais, a melhoria da reputação e a atração de investidores e clientes mais conscientes. Mas, falando nisso, você já parou para pensar como isso tudo se aplica à sua carreira? Porque, veja bem, é uma questão importante… na verdade, fundamental.

Agora, antes de aprofundarmos, vamos dar uma olhada em cada componente de ESG:

  1. E – Ambiental: Trata das práticas de uma empresa em relação ao meio ambiente. Inclui coisas como emissões de carbono, uso de energia renovável, gestão de resíduos e conservação de recursos naturais. É meio que a parte que todo mundo já associava a sustentabilidade, mas que ganhou uma nova dimensão.

  2. S – Social: Foca nas relações da empresa com seus funcionários, clientes, comunidades e fornecedores. Isso abrange questões como igualdade de gênero, diversidade, saúde e segurança no trabalho, e responsabilidade comunitária. Tanto que, se a gente pensar bem, é a parte mais humanizada e que mais impacta diretamente a vida das pessoas.

  3. G – Governança: Refere-se às práticas de governança corporativa, como a transparência nas operações, a ética no negócio, a responsabilidade dos executivos e o cumprimento de regulamentações. É a parte que garante que tudo esteja funcionando de forma justa e transparente, sabe?

Sendo que, quando uma empresa adota essas três dimensões, ela não só se torna mais sustentável, mas também mais resiliente diante de desafios futuros. É uma forma de pensar a longo prazo, de olho não só no lucro, mas também no impacto social e ambiental.

Aproveitando que estamos falando dessas práticas, não posso deixar de mencionar que o conceito de ESG vai além das grandes corporações. Na verdade, é algo que todos nós, profissionais e empresários, podemos e devemos levar em consideração. Você, por exemplo, já pensou em como pode incorporar esses princípios no seu dia a dia?

Por falar em dia a dia, uns tempos atrás, conversando com um amigo, percebi que muita gente acha que ESG é algo distante, algo que só grandes empresas podem fazer. Mas, na verdade, é algo bem acessível. Capaz que você já esteja fazendo alguma coisa relacionada e nem sabe!

Sei lá, talvez você já recicle, use transporte público ou até mesmo faça doações para causas sociais. Tudo isso já faz parte do ESG, só que em uma escala pessoal. A diferença é que, quando a gente traz isso para o ambiente de trabalho, a gente amplifica o impacto.

Então, o que acontece é que, ao adotar práticas ESG, você não só contribui para um mundo melhor, mas também se destaca profissionalmente. Empresas e clientes estão cada vez mais atentos a isso, e profissionais com essa consciência têm uma vantagem competitiva.

Voltando ao que eu estava falando… ou melhor, escrevendo — o importante é entender que ESG não é só uma lista de tarefas a serem cumpridas, mas sim uma mentalidade. Uma forma de ver o mundo e agir nele. E, pra ser sincera, é uma transformação que vale a pena.

No próximo capítulo, vamos mergulhar mais fundo nas práticas práticas (ops, repetição intencional) e ver como você pode implementar esses princípios em sua vida profissional. Toque aqui para não perder as dicas: 7 Passos Práticos Para Implementar ESG.

Por fim, quero deixar uma mensagem: você tem o poder de fazer a diferença. Não subestime o impacto que suas ações podem ter. E, pra encerrar, que tal um pouquinho de motivação? Alguém aí já pensou em escrever um artigo sobre isso?

Então, o que você já está fazendo para contribuir com um futuro melhor? Deixa nos comentários, vou adorar saber!

7 Passos Práticos Para Implementar ESG

7 Passos Práticos Para Implementar ESG

Lembram quando falamos sobre ESG no último capítulo? (esse conceito meio que virou uma obsessão) Bem, depois de entender a importância disso para as empresas e carreiras, o próximo passo é saber como colocar em prática, não é mesmo? É por isso que eu trouxe sete etapas bem simples que vão te ajudar a incorporar essas práticas no seu cotidiano.

A primeira coisa que você precisa fazer é avaliar o próprio negócio ou carreira. Não tô falando de pegar um balanço e sair analisando, mas meio que de forma geral, entender onde estão suas fraquezas e oportunidades ambientais, sociais e de governança. Por exemplo, semana passada, conversando com um amigo meu que tem uma pequena empresa de confecção, ele percebeu que usava toneladas de plástico nos embalagens dos produtos. Ali que ele começou a ver onde poderia melhorar. E o que acontece é que essa avaliação inicial é importante… na verdade, é fundamental para criar um plano sólido.

Depois dessa primeira análise, vem a parte do compromisso. Você precisa se comprometer verdadeiramente com as práticas ESG. Isso envolve — sabe como é — ter uma postura ética e transparente em todos os seus processos. No meu caso, pessoalmente falando, desde que entendi a importância desse aspecto, tenho tentado ser mais consistente nas minhas próprias decisões. E olha, isso muda tudo! Aí, o próximo passo é educar sua equipe ou colaboradores. Não dá pra fazer nada sozinho, né, é preciso envolver todo mundo. Recentemente, rolou uma empresa que fez um workshop interno para os funcionários, e foi massa ver como isso despertou a consciência deles. Daí que eles começaram a sugerir ideias e soluções, ficou bem legal.

E falando em educação, você já parou pra pensar em quanto tempo perdemos procurando informações sobre ESG? (porque eu já) E aí, o quarto passo é justamente buscar conhecimento. Tem cursos online grátis, livros, podcasts… uns tempos atrás dei uma olhada num podcast sobre sustentabilidade empresarial, e foi bem útil. Aliás, falando nisso, tem uma série de dicas práticas no site da Dicas de Mulheres (https://dicasdemulheres.com.br/) que valem super a pena.

Outro dia me deparei com uma situação bem complicada em relação à governança. Estava em uma reunião, sabe? E um colega meio que sugeria cortar alguns gastos de maneira questionável. Não vou entrar em detalhes, mas percebi que precisava tomar uma posição ética ali. Então, o que eu ia dizer é que… bom, na verdade, o quinto passo é implementar políticas internas. Estabelecer regras claras para operações, contratações, e relações com fornecedores. Isso não é só pra empresa ficar bonitinha no papel, não. É pra de fato melhorar a qualidade das práticas e garantir que todo mundo esteja na mesma sintonia.

Sexto passo: monitorar e medir os resultados. É tipo assim, não adianta fazer tudo e não saber se tá dando certo, né? Uma maneira fácil de fazer isso é criando indicadores de desempenho. Como o uso de energia renovável, redução de resíduos, satisfação dos funcionários. Sei lá, eu particularmente gosto de usar planilhas simples, mas tem empresas que investem em tecnologias bem avançadas pra isso.

E o sétimo passo, que talvez seja o mais importante, é comunicar suas ações. Não é pra ficar exibindo, não mesmo, mas compartilhar de forma autêntica e humilde. Porque, sabendo que estou num ambiente competitivo, às vezes dá um friozinho na barriga. Mas eu me lembro que a transparência é valiosa. Se não me engano, até tem um artigo no site que fala sobre a importância disso. Olha, vou te falar uma coisa que me motiva: quando vejo que as pessoas se interessam pelos nossos projetos, isso super alimenta minha disposição pra continuar. E, se a gente falhar em algum ponto, tá bom, é uma oportunidade de aprender e melhorar.

Puts, isso me incomoda um pouco dizer, mas adotar ESG às vezes pode parecer uma tarefa hercúlea, principalmente se você tá começando do zero. Todas nós já passamos por isso, mas acredite, vale cada esforço. Não só porque é a coisa certa a fazer, mas também porque faz sentido nos negócios de hoje. As pessoas e o mercado estão cada vez mais exigentes e atentas a esses valores.

E aí, o que você tá achando até agora? Confesso que eu mesma fiquei empolgada escrevendo isso. E vamos continuar essa conversa no próximo capítulo, com algumas dicas adicionais que vão te ajudar ainda mais na sua jornada de ESG. Fique ligado!

Dicas Adicionais Para Sustentabilidade e Responsabilidade Social

Dicas Adicionais Para Sustentabilidade e Responsabilidade Social

Então, o que eu ia dizer é que… bom, na verdade, já falei bastante sobre os 7 passos prá implementar ESG, mas aí que o papo só começou, você ainda tem um caminho longo pela frente, sabe como é? Saindo desse ponto meio óbvio, vamos mergulhar em algumas dicas super bacanas que podem turbinar ainda mais a sua jornada nas práticas de ESG.

(Aliás, esses dias eu li um artigo que reforça exatamente esse ponto) Como eu disse antes, a incorporação dessas práticas não é só um negócio de empresa grande, tá ligado? Ela faz diferença no nosso cotidiano, independentemente do tamanho. A gente sabe que as iniciativas podem — e devem — começar de baixo, e às vezes é justamente aí onde a gente encontra a maior resistência. Mas não desanime! Tem jeito, e o melhor disso é que, mais cedo ou mais tarde, todo mundo percebe o valor. Pelo menos é o que eu percebi.

Outra coisa importantíssima, é a conscientização dos colaboradores. Você já parou para pensar que eles são o verdadeiro coração da organização? Isso que eu tô falando aqui, é o motivo pelo qual é imprescindível envolver todos na causa. Uma ação coletiva, sem dúvida nenhuma, traz resultados muito mais significativos. Recentemente, a galera aqui da minha equipe fez um mutirão de limpeza na praia, e gente, que experiência incrível! Isso fortaleceu não só nossa conexão interna, mas também mostrou pra comunidade o quanto estamos comprometidos com a causa ambiental. Por falar em comunidade, um dos maiores desafios é exatamente esse: fazer as pessoas entenderem que o ESG vai muito além de cumprir metas, é uma questão de valores, sabe?

Quer dizer, os números são importantes, claro, mas na essência, a gente está trabalhando pra construir um futuro melhor. Falando nisso, um estudo recente da PwC aponta que empresas que adotam práticas ESG têm até 18% mais chance de atrair investidores, e também se destacam positivamente na visão dos consumidores. Isso mostra que, além de ser moralmente certo, investir em ESG dá retorno financeiro. Não que a gente deva fazer só pelo dinheiro, né? Mas é um bônus bem legal, não é?

Agora, vamos falar de algo que eu particularmente acho mega relevante: a comunicação transparente. Tipo assim, ser transparente não é só falar o que tá dando certo, é mostrar também os desafios e as soluções que estão sendo encontradas. Semana passada, em nosso relatório trimestral, incluímos não só nossas conquistas, mas também os obstáculos que enfrentamos. E, pra variar, as reações foram super positivas. As pessoas valorizam a honestidade, principalmente quando vêm que a empresa está comprometida em superar essas barreiras.

E outra coisa, que muita gente esquece, é a importância de monitorar e avaliar regularmente as práticas ESG. Ou seja, não basta implementar e deixar correr solto. É necessário acompanhar, ajustar e melhorar continuamente. Bom, falando de acompanhamento, você sabe que existem diversas ferramentas e métricas disponíveis, né? Eu mesma uso o SASB e o TCFD pra orientar nossas avaliações, e recomendo. Essas bases de dados me dão uma visão muito clara de onde estamos acertando e onde precisamos melhorar.

E o que dizer da parceria com outras organizações e stakeholders? Isso aí, é que… como eu posso explicar… Ah, e outra coisa, parcerias estrategicamente feitas podem amplificar seus esforços e impactos. Nos últimos anos, tem rolando uma integração bem forte entre empresas do mesmo segmento e até de diferentes áreas, para compartilhar conhecimentos e recursos. É impressionante como, juntos, conseguimos avançar muito mais rápido.

(Vou te contar uma coisa que me deixa mega animada) Nosso parceiro, que é uma ONG focada em energia renovável, tem nos ajudado bastante a reduzir nossa pegada de carbono. Aí, tipo assim, não só estamos economizando na conta de luz, mas também nos sentindo mais alinhados com os objetivos de ESG. Isso é fundamental porque, afinal, a sustentabilidade precisa ser holística.

E daí que, falando em pegada de carbono, vamos lembrar do consumo responsável. Aqui, entra aquela velha história de pensar três vezes antes de comprar algo. Eu, particularmente, tenho tentado adotar esse hábito. Antes de comprar qualquer produto, me pergunto: ‘Realmente preciso dessa coisa?’ ‘Como ela foi produzida?’ ‘O que vou fazer com ela depois que não servir mais?’ Pode parecer bobagem, mas essa conscientização faz toda a diferença.

Não se esqueça também da diversidade e inclusão. Entendo que nem todas as empresas estão prontas para implementar políticas robustas, mas pequenos passos são válidos. Na minha empresa, por exemplo, começamos com um grupo de inclusão e diversidade que promove rodas de conversa e atividades educativas. E sabe o que aconteceu? As pessoas se sentiram mais representadas e valorizadas. Isso influencia diretamente no clima organizacional e na produtividade. Não domino completamente o tema, mas confesso que, aos poucos, tô aprendendo bastante.

Puts, isso me incomoda um pouco, mas as vezes vejo algumas empresas adotarem práticas ESG só pra melhorar a imagem. Cara, é complicado falar isso, mas a gente precisa estar atento a isso. As ações precisam ser autênticas e genuínas, senão perdem todo o sentido. Daí, aí que entra a importância da comunicação transparente, que já mencionei, né? Mas vamos mudar de assunto…

Já pensou na importância da tecnologia e da inovação? Recentemente vi uma empresa utilizando inteligência artificial para otimizar o consumo de energia, e a coisa funcionou tão bem que eles reduziram suas emissões de CO2 em mais de 30%. Não sou muito fã de tecnologia, mas admito que, quando usada pra fazer o bem, a coisa muda totalmente.

Por fim, e não menos importante, a ética nas práticas de governance. Tanto que a governança é a G do ESG, né? Não é à toa que essa letra ganha tanta destaque. Um sistema de governança ético e transparente é o piloto automático que garante que as outras práticas sejam de fato respeitadas e seguidas. Se a empresa não tem uma base sólida de princípios éticos, as práticas socioambientais podem não ter o resultado esperado.

(Aproveitando que toquei no assunto, vale lembrar que a ética não deve ser vista apenas como compliance) Ela deve ser parte do DNA da empresa. Quer dizer, ela precisa estar presente em todas as decisões, não só nas que estão na pauta do compliance. Recentemente, uma colega minha compartilhou uma experiência onde uma decisão ética foi pivotal para a reputação da empresa. Vale a pena refletir sobre esses casos.

Então, pra encerrar, quero dizer que a jornada de ESG é constante e complexa, mas extremamente gratificante. Você não estará sozinho, e a cada passo, vai encontrar pessoas e organizações que vão te ajudar e inspirar. Vai ser legal ver a evolução dessas práticas no Brasil e no mundo. E você aí, já começou a sua jornada? Vem junto!

Lembrando que no capítulo anterior a gente falou um pouco mais sobre como implementar essas práticas, então, se você não leu, corre lá que tem conteúdo super válido. E sobre isso que eu ia te falar… Pronto.

No blog Dicas para Mulheres, você encontra inspiração e conteúdo prático para transformar seu dia a dia.

Mude de vida agora https://dicasdemulheres.com.br/careira/

Sobre

No blog Dicas para Mulheres, você encontra inspiração e conteúdo prático para transformar seu dia a dia, seja na vida profissional, em casa ou nos momentos de lazer. Aqui, falamos sobre carreira com um olhar especial para o empreendedorismo feminino, dicas de crescimento no mercado de trabalho e estratégias para quem quer alavancar seu próprio negócio.